top of page

A Medicina e a Física Quântica uma ponte entre a fé a razão

Tanto na Medicina quanto na Física, observamos, primeiramente, os fenômenos para depois chegarmos às descobertas científicas. Mas em todos os campos do conhecimento, estamos sujeitos a nos depararmos com perguntas, cujas respostas ainda não foram dadas.

Como a energia produtora do pensamento interage e aciona a matéria física? Como os neurônios respondem de forma específica a certos neurotransmissores formatando as emoções?


De acordo com a Física Quântica, tudo que existe no universo é energia em mutação; todo desejo é capaz de gerar vibrações no campo quântico. Esta talvez seja uma das explicações de como acontece o bom êxito de uma oração.


O organismo humano responde aos estímulos provenientes do ambiente de forma totalizadora ou sistêmica. Para os vitalistas, a energia vital tem papel essencial nisso. É ela que faz de nós mais do que um amontoado de elementos e que faz com que tenhamos uma existência individual.


Essa ideia de continuidade do corpo humano com o meio que o cerca, dando ao mundo científico uma visão singular de unicidade, concedeu ao químico belga Ilya Prigogine o Prêmio Nobel de 1977. Se somos Um uns com os outros e com Deus, a oração de intercessão é válida, uma vez que existiria algum tipo de ligação entre nossas mentes, entre nosso pensamento.


Os objetos físicos e os mentais são possibilidades quânticas dentro da consciência, e esta poderá produzir de forma não local um novo evento, desta vez real. A cura mente-corpo ocorre de acordo com tais princípios, em que o cérebro comanda a fabricação de algo material (um neuropeptídio) a partir do pensamento. Esta nova molécula comunica-se então com o sistema imunológico ou endócrino, facilitando a cura.


Dessa maneira, desejamos a cura, pedimos a Deus por ela e o nosso corpo movido pela fé se mobiliza para que o equilíbrio orgânico volte a se instalar.


Nem tudo o que existe pode ser visto pelo olho humano. Não vemos o elétron, mas sabemos que ele existe, que ele pula de um ponto a outro na eletrosfera. Quando se pensou na existência do DNA há cerca de 50 anos não se podia vê-lo.


Na Grécia antiga, filósofos como Demócrito e Platão já postulavam que a matéria poderia ser composta por átomos, sendo que este primeiro acreditava na indivisibilidade atômica enquanto que o segundo já previa o contrário. Einstein demonstrou com sua famosa fórmula que a energia pode se transformar em matéria, o que ajudaria na tese de que um pensamento pode se materializar, pode influenciar sobre o que ocorre em nosso corpo e até sobre outras pessoas.


O corpo humano, de forma semelhante ao universo, é formado principalmente por espaços “vazios”, já dizia Chopra. Devemos nos questionar quanto ao real vazio destes espaços. Afinal o ar que nos rodeia também parece “vazio”, mas está repleto de gases, dentre eles nosso tão indispensável oxigênio.


E o que dizer da existência de Deus: esta entidade invisível, mas que muitos acreditam ser capaz de estar presente em todo lugar? Não pode ser visto, mas muitos “O sentem”, “O percebem em toda a criação”. Assim é a fé; capaz de realizar o impossível, como tantas curas que a Ciência não explica, mas vê-se obrigada a reconhecer como reais.


Texto baseado na obra: “Medicina e Espiritualidade: a importância da fé na cura de doenças”, da Editora Santuário.


Comments


bottom of page